
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A sensualidade depende da autoestima

terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
RIDERS ON THE STORM
É apenas isto que somos: "guerreiras" numa imensa tempestade, lutando em cavalgadas solitárias, sempre muito solitárias, tentando altos voos sobre a adversidade, e voando, efetivamente, sem rede e sem seguro...
Por maiores e mais abundantes que sejam os gritos de apoio, as batalhas são individuais e travam-se com uma força que se mede a par com a insegurança. E a repetição não fortalece, fragiliza... A repetição empobrece os apoios e fragiliza o corpo e a mente massacrados.
Cavaleiras na enorme tempestade, sempre continuando, em busca da bonança, mas adivinhando perdas, muitas perdas, perdas variadas, que nos mudam, nos transformam, nos fazem sentir menores...
Por maiores e mais abundantes que sejam os gritos de apoio, as batalhas são individuais e travam-se com uma força que se mede a par com a insegurança. E a repetição não fortalece, fragiliza... A repetição empobrece os apoios e fragiliza o corpo e a mente massacrados.
Cavaleiras na enorme tempestade, sempre continuando, em busca da bonança, mas adivinhando perdas, muitas perdas, perdas variadas, que nos mudam, nos transformam, nos fazem sentir menores...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
SONDAGENS SOBRE O CANCRO DA MAMA
Se te apetecer contribuir para a satisfação da minha curiosidade estatística relativamente a alguns dos métodos de tratamento do cancro da mama, consulta a barra lateral direita e responde às cinco questões colocadas. Usa o rato para marcares as tuas respostas.
A meio do mês que vem, farei por aqui um post, no qual apresentarei os resultados.
Se tiveres algo a acrescentar, a comentar, a melhorar, podes fazê-lo como comentário.
Na sondagem sobre os tipos de reconstrução, está em falta a 'Reconstrução a partir do músculo dorsal'. Se for o teu caso, escreve-o, por favor, como comentário.
Agradeço a tua participação.
Até uma nova oportunidade.
A meio do mês que vem, farei por aqui um post, no qual apresentarei os resultados.
Se tiveres algo a acrescentar, a comentar, a melhorar, podes fazê-lo como comentário.
Na sondagem sobre os tipos de reconstrução, está em falta a 'Reconstrução a partir do músculo dorsal'. Se for o teu caso, escreve-o, por favor, como comentário.
Agradeço a tua participação.
Até uma nova oportunidade.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O Teste do Lápis

Vá lá, mulherada, toda a gente a fazer o teste do lápis,
que é uma maneira inequívoca de se apurar se as nossas maminhas
ainda estão dentro ou já estão fora do prazo. LOL
Se o lápis cair,
estamos com uma elevação mamária de menina
de 20 anos, 25, vá!
Se o lápis ficar entalado, onde é que já vai o nosso prazo...?!... :(
Eh, eh!
É para nos rirmos!
*___*
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
MEDO: Um sentimento novo em mim!

Desta feita, a sua nova versão, curiosamente, uma bebé que completa apenas quatro meses neste exato dia, resolveu verbalizar aquilo que vinha insinuando através da sua tão costumeira maneira de agir - doendo. E escolheu logo um palavrão, talvez para combinar com o seu tamanho desmesurado e com a quantidade dos "salpicos" a que se refere...
Eu até já sou versada em palavrões, mas a verdade é que deve haver algures quem ainda não me reconheça competência suficiente para falar de objetos invasores de mamas e parece não querer deixar-me sossegar enquanto não me souber doutorada na matéria!
Em mais um pomposo relatório médico, para arquivar no meu riquíssimo portefólio das maleitas e tratamentos, vêm descritas as inúmeras lesões espalhadas pela periferia do retalho miocutâneo, de tamanhos entre os 6 e os 19 milímetros, as quais, em conjunto, dão pelo nome de 'citoesteatonecrose'.
Claro que, querendo ser mais claros e acertar melhor na pronúncia, podemos escolher as designações 'necrose gorda' ou 'morte de tecidos gordos', mas não é por optar por essa simplificação, nem por, na net, já ter lido que tudo isto se refere a lesões benignas da mama que eu deixo de sentir este peso no peito, que se me instalou desde que li a honrosa designação dos novos corpos estranhos instalados no meu corpo. São quistos, do tipo das calcificações. Um cabaz deles, que me guardaram na mama e que me incomodam como o raio, porque... doem!
Estou quase a concluir que a minha é uma "never ending" chatice de mama, invasora e limitadora da normalidade dos meus dias e da vida dos seres que me são mais queridos.
Confesso que há quatro anos não podia passar-me pela cabeça a longa duração da novela de que me fizeram protagonista, mas, a dada altura, tive de aceitar que a história era rica de mais para ser contada em pouco tempo. Contudo, estender desta maneira o número de episódios já me parece uma maldade sem tamanho. Eu já tive a minha dose, que diabo! E reagi sem medo e com ânimo... Foi, foi! Mas o otimismo também tem limites, bolas! Até porque não tenho onde ir buscar garantias.
Um ano e meio antes da grande novidade do cancro, foi diagnosticada a presença de um fibroadenoma, na minha mama direita. Benigno, como todos os fibroadenomas, e a necessitar apenas de vigilância, vigilância essa plenamente cumprida e, a cada novo exame, sempre com novidades: mais fibroadenomas e maior tamanho dos fibroadenomas mais antigos. Mas sempre tudo benigno! Até ao dia em que, simplesmente, mudaram o nome aos corpos estranhos ao meu tecido mamário e lhes chamaram, em conjunto, 'carcinoma ductal invasivo'!
E, ainda por cima, quem teve de ouvir o meu pai fui eu, não foram eles, aflito com a doença da filha, mas falando num tom de quem atribui a culpa ao recetor...
Há quatro anos, não tive medo de nada. Hoje, depois de já estar imensamente cansada de sofrer, tenho medo do sofrimento! Não de morrer, pois morrer afigura-se-me como o merecido descanso, mas tenho mesmo muito medo do sofrimento, e também de ter de voltar a lidar com médicos que nos dizem levianamente, na cara, que o nosso mal é dos nervos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)