Sê uma mulher consciente
Faz a tua mamografia anualmente
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
terça-feira, 25 de outubro de 2011
TLC - TOUCH, LOOK AND CHECK
(TOCAR, OLHAR E VERIFICAR)
Ladies,
Reparem bem nos garotões, a ensinarem prevenção do cancro da mama! ;)
Ladies,
Reparem bem nos garotões, a ensinarem prevenção do cancro da mama! ;)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Vá lá, malta: palpação e mamografia!
sábado, 1 de outubro de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Luta Pela Integridade
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 26 de outubro de 2010
As Rosinhas, cheias de Esperança, na Praia
Para quem já conhece, nunca é de mais voltar a ver; a quem não conhece, sugiro que pensem que todas estas meninas já passaram por muitos maus bocados, mas estão cá, de pedra e cal, sem vontade de largar os seus pertences mais valiosos deste mundo: aqueles que lhes querem bem.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Homens, façam a vossa palpação!

Homens que por aqui passam!
Não se esqueçam nunca de que o cancro da mama não é uma doença exclusiva das mulheres. Tem um grau de incidência muito menor nos homens, mas a verdade é que acontece e o factor hereditário é de ter em elevada consideração.
Marquem na vossa agenda uma data do mês para fazerem a vossa própria revisão manual e se notarem a mais pequena diferença de qualquer tipo, marquem consulta para o vosso médico habitual, IMEDIATAMENTE.
sábado, 24 de abril de 2010
Convém Não Esperar Sentado!
terça-feira, 30 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Laço Lança Curso de Formação em Cancro da Mama

"O programa vai arrancar em Abril e conta com a participação de 32 voluntários na área da saúde.
Um grupo de formadores em Cancro da Mama vai levar diversos ensinamentos úteis às escolas, centros de saúde e empresas de todo o país, no âmbito do Programa Educativo Laços na Comunidade, já a partir de Abril.
Para preparar estes profissionais, a Laço promoveu um primeiro curso, denominado Formar Laços, que contou com a participação de diversos profissionais de saúde, especialistas nesta área.
Segundo Rita Dagnino, coordenadora do Programa “Laços na Comunidade”, "através deste curso, pretendemos dotar os formandos de ferramentas que os ajudem a alertar e educar a população para esta doença. Assim, durante o curso foram apresentados temas tão vastos como o síndrome hereditário de cancro da mama, o tratamento e diagnóstico nos Centros de Excelência ou a importância do rastreio precoce”.
Adelaide de Sousa, também uma das participantes neste primeiro curso, enfatizou o seu papel enquanto figura pública.
A apresentadora aproveitou este momento para falar da sua experiência junto de mulheres que já passaram por esta doença, mencionando que “quem passa por esta experiência passa a viver a vida com outros olhos e a dar importância a tudo o que realmente é importante para estas mulheres”."
in Sapo - Portugal Online!, a 23 de Março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Olhem, chamaram-me!
O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro convidou-me a estar hoje, pelas 11 horas, no Centro de Saúde a que pertenço, para usufruir do Programa Nacional de Rastreio de Cancro da Mama, efectuando uma mamografia.
E eu... lá fui e lá me dispus a esperar mais de meia hora, na rua, ao lado da caravana, só para que as meninas registassem no sistema que, para mim, já chegaram tarde, pois, para além de não me terem efectuado o convite durante os 365 dias em que eu tive 45 anos (a faixa abrangida é dos 45 aos 69), começando a idade "rastreável" tão tarde, a mim nunca chegariam a tempo para acudir, pois o meu diagnóstico foi feito quando eu ainda tinha 43.
Pedi para registarem a minha sugestão de um rastreio mais alargado, em termos de intervalo etário, e foi-me dito que esse é um assunto em discussão, nomeadamente a passagem da idade mais baixa para os 40 anos, mas que há muitos médicos radicalmente contra a utilização da mamografia, como meio complementar de diagnóstico, numa idade tão precoce, pois a própria radiação emitida por este exame é cancerígena.
Vi-me obrigada a concordar com a utilização doseada do método invasivo da mamografia, mas, não querendo deixar de revelar aquilo por que passei, pedi para registarem, também como minha opinião, que o Estado já gastou bastante mais dinheiro comigo, depois de eu ter adoecido (o que acontece com a maioria das mulheres que não recorrem à medicina privada), do que alguma vez gastaria se me tivesse chamado para ressonâncias magnéticas (meio não invasivo e que detecta as células cancerosas no seu estado inicial) suficientemente periódicas para prevenir o cancro.
E mais não disse, sabendo que nada daquilo que proferi terá qualquer eco. Saí. E outra senhora entrou para o rastreio, que espero nada lhe detecte.
Mas aqui posso voltar a referir o fraco interesse em prevenir de um Estado que é controlado pelos lobbies das farmacêuticas e dos médicos!
Se as pessoas deixarem de adoecer, que farão os médicos? E as farmacêuticas? Deixam de ser necessários, não é?
Lembrem-se lá: já algum médico vos falou a sério sobre meios de prevenção do cancro? Não, pois não!? Mas a alguns, infelizmente, já falou a sério sobre tentativas para o curar!!!
No curar é que está o ganho. A prevenção não dá dinheiro a ninguém. Que a população adoeça e morra não é problema. Todos somos substituíveis e o sofrimento até se alivia com venenos...
P.S. Em todo o caso, aconselho a quem de direito que compareça ao chamamento para a mamografia...
E eu... lá fui e lá me dispus a esperar mais de meia hora, na rua, ao lado da caravana, só para que as meninas registassem no sistema que, para mim, já chegaram tarde, pois, para além de não me terem efectuado o convite durante os 365 dias em que eu tive 45 anos (a faixa abrangida é dos 45 aos 69), começando a idade "rastreável" tão tarde, a mim nunca chegariam a tempo para acudir, pois o meu diagnóstico foi feito quando eu ainda tinha 43.
Pedi para registarem a minha sugestão de um rastreio mais alargado, em termos de intervalo etário, e foi-me dito que esse é um assunto em discussão, nomeadamente a passagem da idade mais baixa para os 40 anos, mas que há muitos médicos radicalmente contra a utilização da mamografia, como meio complementar de diagnóstico, numa idade tão precoce, pois a própria radiação emitida por este exame é cancerígena.
Vi-me obrigada a concordar com a utilização doseada do método invasivo da mamografia, mas, não querendo deixar de revelar aquilo por que passei, pedi para registarem, também como minha opinião, que o Estado já gastou bastante mais dinheiro comigo, depois de eu ter adoecido (o que acontece com a maioria das mulheres que não recorrem à medicina privada), do que alguma vez gastaria se me tivesse chamado para ressonâncias magnéticas (meio não invasivo e que detecta as células cancerosas no seu estado inicial) suficientemente periódicas para prevenir o cancro.
E mais não disse, sabendo que nada daquilo que proferi terá qualquer eco. Saí. E outra senhora entrou para o rastreio, que espero nada lhe detecte.
Mas aqui posso voltar a referir o fraco interesse em prevenir de um Estado que é controlado pelos lobbies das farmacêuticas e dos médicos!
Se as pessoas deixarem de adoecer, que farão os médicos? E as farmacêuticas? Deixam de ser necessários, não é?
Lembrem-se lá: já algum médico vos falou a sério sobre meios de prevenção do cancro? Não, pois não!? Mas a alguns, infelizmente, já falou a sério sobre tentativas para o curar!!!
No curar é que está o ganho. A prevenção não dá dinheiro a ninguém. Que a população adoeça e morra não é problema. Todos somos substituíveis e o sofrimento até se alivia com venenos...
P.S. Em todo o caso, aconselho a quem de direito que compareça ao chamamento para a mamografia...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Preto - Contra o Cancro
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Lobbies de Propagação de Doenças
Na medicina, a comunidade científica é refém da indústria farmacêutica.
Por mais métodos de prevenção do cancro que já estejam comprovados, os médicos não propagandeiam o modo de os futuros doentes potenciarem uma fuga à maleita.
Os mecanismos de pressão são mais que muitos e os congressos médicos debruçam-se exclusivamente sobre métodos de travar as doenças já declaradas.
A prevenção do cancro não dá dinheiro às Farmacêuticas; o tratamento e a tentativa de cura dão milhões, apesar do enorme número de fracassos, pois, a despeito de alguns avanços na medicina, o cancro ainda é sinónimo de morte e as drogas utilizadas nos tratamentos conseguem, na maioria dos casos, apenas prolongar a vida com alguma qualidade ou, em número ainda exagerado, serem meros paliativos, quais almas miraculosas que aliviam até o sofrimento de famílias e amigos dos doentes.
Não sei se em algum dia da existência humana o valor mais alto será exactamente a existência humana ou se, para todo o sempre, os interesses económicos estarão à cabeça de quaisquer outros.
Há investigadores que chegam a ser despedidos, depois de importantes provas dadas, por terem descoberto mais do que interessa às Farmacêuticas. E há outros que a pouco se podem dedicar, pois as verbas canalizadas para a investigação são de tal forma irrisórias que os médicos afirmam ser completamente impossível o desenvovimento da cura do cancro, ainda que a longo prazo. Será que a longuíssimo lá se chegará? Algo como a "estabilização" da doença (e não a cura), como no caso da diabetes, em vida dos nossos trinetos?
Dentro da falha da informação relativa à prevenção, que devia fazer parte de um plano público, a nível mundial, eu incluo também a fuga aos mais inócuos (mas mais caros) meios complementares de diagnóstico, obrigando os pacientes à exposição a substâncias que provocam o próprio cancro (como os raios-x), e a outras que causam sofrimento (como punções e biópsias).
Refiro-me, por exemplo, ao método muito badalado da mamografia, absolutamente recomendável apenas porque os médicos estão mandatados para não gastarem dinheiro ao Estado em ressonâncias magnéticas a torto e a direito. A torto e a direito? Então não há bom senso e responsabilidade na classe médica? Haverá. Mas eles sofrem pressões dos governos, os quais sofrem pressões das farmacêuticas multinacionais.
Portanto, a radiação de meia dúzia de mamografias (absolutamente obrigatórias anualmente, pelo menos a partir dos 35 anos - o que até já é tarde) pode ser a causa de um cancro na mama. Sei lá eu se não foi a causa do meu, pois eu tenho uma conta que quase dobra a referida...
Por mais métodos de prevenção do cancro que já estejam comprovados, os médicos não propagandeiam o modo de os futuros doentes potenciarem uma fuga à maleita.
Os mecanismos de pressão são mais que muitos e os congressos médicos debruçam-se exclusivamente sobre métodos de travar as doenças já declaradas.
A prevenção do cancro não dá dinheiro às Farmacêuticas; o tratamento e a tentativa de cura dão milhões, apesar do enorme número de fracassos, pois, a despeito de alguns avanços na medicina, o cancro ainda é sinónimo de morte e as drogas utilizadas nos tratamentos conseguem, na maioria dos casos, apenas prolongar a vida com alguma qualidade ou, em número ainda exagerado, serem meros paliativos, quais almas miraculosas que aliviam até o sofrimento de famílias e amigos dos doentes.
Não sei se em algum dia da existência humana o valor mais alto será exactamente a existência humana ou se, para todo o sempre, os interesses económicos estarão à cabeça de quaisquer outros.
Há investigadores que chegam a ser despedidos, depois de importantes provas dadas, por terem descoberto mais do que interessa às Farmacêuticas. E há outros que a pouco se podem dedicar, pois as verbas canalizadas para a investigação são de tal forma irrisórias que os médicos afirmam ser completamente impossível o desenvovimento da cura do cancro, ainda que a longo prazo. Será que a longuíssimo lá se chegará? Algo como a "estabilização" da doença (e não a cura), como no caso da diabetes, em vida dos nossos trinetos?
Dentro da falha da informação relativa à prevenção, que devia fazer parte de um plano público, a nível mundial, eu incluo também a fuga aos mais inócuos (mas mais caros) meios complementares de diagnóstico, obrigando os pacientes à exposição a substâncias que provocam o próprio cancro (como os raios-x), e a outras que causam sofrimento (como punções e biópsias).
Refiro-me, por exemplo, ao método muito badalado da mamografia, absolutamente recomendável apenas porque os médicos estão mandatados para não gastarem dinheiro ao Estado em ressonâncias magnéticas a torto e a direito. A torto e a direito? Então não há bom senso e responsabilidade na classe médica? Haverá. Mas eles sofrem pressões dos governos, os quais sofrem pressões das farmacêuticas multinacionais.
Portanto, a radiação de meia dúzia de mamografias (absolutamente obrigatórias anualmente, pelo menos a partir dos 35 anos - o que até já é tarde) pode ser a causa de um cancro na mama. Sei lá eu se não foi a causa do meu, pois eu tenho uma conta que quase dobra a referida...
Episódios:
Meios Complementares de Diagnóstico,
Prevenção,
Tratamentos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Nu Espelho
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Água em Plástico Deixada no Carro é Água Não Potável, ou pior, Água Cancerígena!
Atenção: o calor e o frio provocam libertação de toxinas nas matérias plásticas (garrafas de água, por exemplo), as quais passam para os produtos nelas conservados (a água...) e deles para o organismo humano, quando ingeridos.
As toxinas do plástico foram encontradas nos tecidos mamários de mulheres a quem foi diagnosticado Cancro da Mama - mas podem também ser responsáveis por outros tipos de cancro.
Cuidem-se!
As toxinas do plástico foram encontradas nos tecidos mamários de mulheres a quem foi diagnosticado Cancro da Mama - mas podem também ser responsáveis por outros tipos de cancro.
Cuidem-se!
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